1.3.21

2021 em malhinhas #2

A segunda malha de 2021 é só para quem sofre dos nervos e precisa de se acalmar. 

(Com o alto patrocínio de sô Micas, Mano Micas.)

2021 em malhinhas #1

A primeira malha de 2021 é uma malhinha turca, que em contacto com a pele produz este som, assim gostoso. Não sei o que quer dizer, mas "vai, vai". 

(Com o alto patrocínio de sô Micas, Mano Micas.)

Nível de identificação máximo

I try to reach across time to give my younger self the language for what really went on. I live with a low-simmering rage, accompanied by the knowledge that he could not possibly think about these encounters as much as I do, then wondering if my occasional wishes for vengeance or punishment — mere thoughts in my head — compromise my respectability, and therefore my believability, until I have convinced myself that nothing really happened, based more on how I might read as a victim (vindictive, heartbroken, always-knew-what-she-was-doing) rather than on the actions of another person (the whole reason we are here to begin with). 

The terms that so many stories of sexual assault are forced into, and the demands placed on victims and abusers to look and act in a recognizable way, make the thought of naming my abuser in public seem like something that would only cause me more pain. So does the possibility of any self-appointed vigilantes attempting to do so on my behalf. The notion of monitoring a mob I didn’t ask for sounds exhausting, whether this mob is coming for his head or mine. The awareness that my experience would be transmuted into a fascination with his moral character makes me want to get offline forever. It is easy to imagine a world where audiences’ infatuation with fame takes priority over a survivor’s needs. 

(...) No matter what I choose, I also carry the sense of responsibility toward other survivors or potential victims. By not naming my predators, do I enable them to do more harm? By acknowledging nuance in my experiences, do I hand over the tools for any reactionary who seeks to weaponize the “gray area”? Do I cause other survivors to doubt their own authority or create a more hostile environment for those who wish to speak?

Um excelente ensaio da Tavi Gevinson, partilhado pela Rita Canas Mendes. Para ler na íntegra.

26.1.21

In October and May, every night and every day

19.12.20

Música para os meus ouvidolhos

(Descobri este filme graças ao livro Realismo Capitalista: Não Haverá Alternativa?, de Mark Fisher.)

Office Space (1999), Mike Judge

13.12.20

Demasiado brilhante

Em 2020, estive menos interessada em acompanhar e absorver tudo o que se ia editando, porque o ano pandémico prestou-se mais à frouxidão do que ao entusiasmo, daí resultando que eu tenha ouvido muito menos música, quantitativamente falando, do que é habitual. 
Ao mesmo tempo, houve espaço para redescobertas: por culpa de uma longa viagem de carro, os meses seguintes encontraram-me mais viciada do que nunca em Too Bright, de Perfume Genius. Foi difícil passar à frente, para algo menos que sublime.

11.12.20

A Nightmare on Rosa Street







A Nightmare On Elm Street (1984), Wes Craven

28.11.20

Guarda, 1973

7 minutos de inquérito de rua às pessoas da Guarda, em 1973, sobre os seus hábitos televisivos. Uma maravilha.

14.11.20

Steal a Still

Pediram-me lá no À Pala de Walsh que enviasse um fotograma do último filme que vi. À data, tinha sido este porcalhão. Quer dizer, era um filme porcalhão, mas não era nenhuma porcaria.

28.10.20

O Mundo

verdadeiramente-Menina Limão, 7 ou 8 anos, desdobrando sua alma sensível em redacção primária, uma de muitas que assim testemunham quão precoce é a guerra interna que trava a Menina contra esta virulência de criar bicho chamada Poluição Sonora. Ei-la, e cá vou eu, a prova: é este e nenhum outro o seu Grande Tema. 

Redacção 
O Mundo 

Eu acho que o Mundo é Ruidoso e Barulhento porque à muitos carros, à muitas pessoas, e à munta poluição. Eu queria que o mundo foce calmo como as aldeias. Eu acho que o mundo é bonito mas é muito barulhento! Gostava que o mundo fosse calmo, sem ter barulho, sem ser ruidoso. queria que foce silêncioso. As aldeias por exemplo, elas são silênciosas, são calmas, não são barulhentas nem ruidosas. Eu queria que o mundo foce diferente, muito diferente!

Ora bem.

15.10.20

-

Para já para já, Vitor Silva Tavares, Dois Dias Edições

11.10.20

Mestres do desconfinamento #1





Paterson (2016), Jim Jarmusch

Relicário

30.9.20

Exorcismo em Curry

15.8.20

Mascaradamente

Sinto-me muito mais simpática desde que uso máscara. Ninguém pode dizer que os meus olhos sorriem amareladamente.

-

The plot thickens

31.7.20

Pandã

Não matem a cotovia.

28.7.20

Crítica onomatopeica



👌

18.6.20

músicas perfeitas (para cortar os pulsos) #7

Your eyes are almost dead
Can't get out of bed
And you can't sleep
You're sitting down to dress
And you're a mess
You look in the mirror
You look in your eyes
Say you realize
Everybody goes
Leaving those who fall behind
Everybody goes
As far as they can,
They don't just care.
They stood on the stairs
Laughing at your errors
Your mother's dead
She said, "Don't be afraid."
Your mother's dead
You're on your own
She's in her bed
Everybody goes
Leaving those who fall behind
Everybody goes
As far as they can
They don't just care
You're a wasted face
You're a sad-eyed lie
You're a holocaust

Big Star, Holocaust, em Third (1978)

10.6.20

Mestres da quarentena #17







Night of the Living Dead (1968), George A. Romero

17.5.20

Mestres da quarentena #16



Brandos Costumes (1975), Alberto Seixas Santos

15.5.20

Mestres da quarentena #15





Asphalte (2015), Samuel Benchetrit

(Uma imagem de cada história.)

14.5.20

Mestres da quarentena #14





Becky Sharp (1935), Rouben Mamoulian

Dido's Lament