15.5.21

Vidas

22.4.21

Mestres do desconfinamento #2














Koroshi No Rakuin [Branded To Kill] (1967), Seijun Suzuki

11.4.21

Contaminações, XVII











































O Ghost Dog está cheio de referências. É sempre fixe descobrir mais uma por acaso. 

Koroshi No Rakuin [Branded To Kill] (1967), Seijun Suzuki 
Ghost Dog: The Way of the Samurai (1999), Jim Jarmusch

Contaminações {adenda} #2

Adenda.

5.4.21

Um minuto de silêncio

Um minuto de silêncio pelas vítimas introvertidas às mãos das perpetradoras extrovertidas. 

Um minuto de silêncio é pouco, meus amigos, é mesmo muito pouco. 


#porquénotecallas? #porqué #porquééééééé

4.4.21

Erário de 2021 #2

Embelezando o vosso domingo. 

(Com o alto patrocínio do Mano.)

Erário de 2021 #1

Eis uma música que não se qualifica como "malha", apenas como "a música mais bonita" deste ano que nunca mais acaba. 

(Com o alto patrocínio do Mano.)

2.4.21

Sonhar com o passado, recordar o futuro

«A falta que a noite nos faz», pel'O Homem do Saco (ou as compras que têm de se fazer)

31.3.21

Não é fim do ano quem quer, ou 2020 em livros







Elena Ferrante, A Amiga Genial
Elena Ferrante, História do Novo Nome
Elena Ferrante, História de Quem Vai e de Quem Fica
Elena Ferrante, História da Menina Perdida
Fiódor Dostoiévski, O Jogador
Harper Lee, To Kill a Mockingbird
May Sarton, Prepara-te para a morte e segue-me
Ernesto Sampaio, Fernanda
Stefan Zweig, Carta de Uma Desconhecida
André Gorz, Carta a D.: História de um Amor 
Marco Mendes, Tutti Frutti

Peter Mendelsund, O Que Vemos Quando Lemos
Mark Fisher, Realismo Capitalista: Não Haverá Alternativa?
O. Henry, A Teoria e o Cão – Os Caminhos que Tomamos 
Italo Svevo, Senilidade
Bruno Borges, A abolição do trabalho 
Alejandro Jodorowsky e Moebius, A Louca do Sacré-Coeur 
Jacques Tardi, Foi Assim a Guerra das Trincheiras 

27.3.21

-

12.3.21

2021 em malhinhas #3

Mais uma malha de 2021, agora pela Kim Gordon, contra quem a ruína nada pode, num vídeo protagonizado pela Coco Gordon Moore, filha da Kim e do Thurston, e realizado pela Clara Balzary, filha do Flea. 

Ariadne

Depois de alguns anos a enviar mensagens telepáticas à deusa Mariana Castro, ela lá encontrou o caminho até mim

(Diz que é uma espécie de Ariadne.)

10.3.21

Bom dia, sodomia!

1.3.21

2021 em malhinhas #2

A segunda malha de 2021 é só para quem sofre dos nervos e precisa de se acalmar. 

(Com o alto patrocínio de sô Micas, Mano Micas.)

2021 em malhinhas #1

A primeira malha de 2021 é uma malhinha turca, que em contacto com a pele produz este som, assim gostoso. Não sei o que quer dizer, mas "vai, vai". 

(Com o alto patrocínio de sô Micas, Mano Micas.)

Nível de identificação máximo

I try to reach across time to give my younger self the language for what really went on. I live with a low-simmering rage, accompanied by the knowledge that he could not possibly think about these encounters as much as I do, then wondering if my occasional wishes for vengeance or punishment — mere thoughts in my head — compromise my respectability, and therefore my believability, until I have convinced myself that nothing really happened, based more on how I might read as a victim (vindictive, heartbroken, always-knew-what-she-was-doing) rather than on the actions of another person (the whole reason we are here to begin with). 

The terms that so many stories of sexual assault are forced into, and the demands placed on victims and abusers to look and act in a recognizable way, make the thought of naming my abuser in public seem like something that would only cause me more pain. So does the possibility of any self-appointed vigilantes attempting to do so on my behalf. The notion of monitoring a mob I didn’t ask for sounds exhausting, whether this mob is coming for his head or mine. The awareness that my experience would be transmuted into a fascination with his moral character makes me want to get offline forever. It is easy to imagine a world where audiences’ infatuation with fame takes priority over a survivor’s needs. 

(...) No matter what I choose, I also carry the sense of responsibility toward other survivors or potential victims. By not naming my predators, do I enable them to do more harm? By acknowledging nuance in my experiences, do I hand over the tools for any reactionary who seeks to weaponize the “gray area”? Do I cause other survivors to doubt their own authority or create a more hostile environment for those who wish to speak?

Um excelente ensaio da Tavi Gevinson, partilhado pela Rita Canas Mendes. Para ler na íntegra.

26.1.21

In October and May, every night and every day

19.12.20

Música para os meus ouvidolhos

(Descobri este filme graças ao livro Realismo Capitalista: Não Haverá Alternativa?, de Mark Fisher.)

Office Space (1999), Mike Judge

13.12.20

Demasiado brilhante

Em 2020, estive menos interessada em acompanhar e absorver tudo o que se ia editando, porque o ano pandémico prestou-se mais à frouxidão do que ao entusiasmo, daí resultando que eu tenha ouvido muito menos música, quantitativamente falando, do que é habitual. 
Ao mesmo tempo, houve espaço para redescobertas: por culpa de uma longa viagem de carro, os meses seguintes encontraram-me mais viciada do que nunca em Too Bright, de Perfume Genius. Foi difícil passar à frente, para algo menos que sublime.

11.12.20

A Nightmare on Rosa Street







A Nightmare On Elm Street (1984), Wes Craven

28.11.20

Guarda, 1973

7 minutos de inquérito de rua às pessoas da Guarda, em 1973, sobre os seus hábitos televisivos. Uma maravilha.

14.11.20

Steal a Still

Pediram-me lá no À Pala de Walsh que enviasse um fotograma do último filme que vi. À data, tinha sido este porcalhão. Quer dizer, era um filme porcalhão, mas não era nenhuma porcaria.

28.10.20

O Mundo

verdadeiramente-Menina Limão, 7 ou 8 anos, desdobrando sua alma sensível em redacção primária, uma de muitas que assim testemunham quão precoce é a guerra interna que trava a Menina contra esta virulência de criar bicho chamada Poluição Sonora. Ei-la, e cá vou eu, a prova: é este e nenhum outro o seu Grande Tema. 

Redacção 
O Mundo 

Eu acho que o Mundo é Ruidoso e Barulhento porque à muitos carros, à muitas pessoas, e à munta poluição. Eu queria que o mundo foce calmo como as aldeias. Eu acho que o mundo é bonito mas é muito barulhento! Gostava que o mundo fosse calmo, sem ter barulho, sem ser ruidoso. queria que foce silêncioso. As aldeias por exemplo, elas são silênciosas, são calmas, não são barulhentas nem ruidosas. Eu queria que o mundo foce diferente, muito diferente!

Ora bem.

15.10.20

-

Para já para já, Vitor Silva Tavares, Dois Dias Edições

11.10.20

Mestres do desconfinamento #1





Paterson (2016), Jim Jarmusch