31.3.20

Last night I dreamt that

© Simão Simões

28.3.20

Eu moro aqui


Maria Alberta Menéres, «Eu Moro Aqui», 1965
–> po.ex

25.3.20

-

I kid you not

Quando ouvirem ou vocês mesmos repetirem aquele singelo chavão de que as pessoas não mudam, deixem A Amiga Olga descer sobre o vosso espírito e atentem no seguinte, carapauzinhos: não me lembro da última vez que cheguei atrasada a algum lado.

22.3.20

Auto-retrato emprestado, VI

21.3.20

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John Berger - Confabulations (2016)

Grumpy Lemon

© Menina Limão, obvs

Contaminações {adenda}

Adenda.

17.2.20

Ozu, Donald Richie



O Daniel Pereira é um grande amigo com um grande projecto: publicar um dos maiores livros sobre cinema em língua portuguesa. Sigam este link e ajudem-no a concretizar esta edição. Como diz o João Lameira, é mais pré-compra do que crowdfunding – estarão só a pagar agora para o poderem ler depois.

30.1.20

Ain't it funny how it happens

//

Logo do Clandestino bar (Aveiro) // Logo da Clandestino films (Beirute)

7.1.20

A Nossa Sunhi

Transformou-se automaticamente no meu Hong Sang-Soo preferido. U ri Sunhi / A Nossa Sunhi é um filme perfeito (e um fantástico espelho; não o nego) e repete hoje, na Cinemateca, às 18h30. E repito-o eu também.

19.12.19

Vai sonhando

11.12.19

The air and the jagged bite

2019 produziu alguns temas viciantes, mas nenhum tão bonito quanto este.

17.11.19

There existed an addiction to blood

Tenho uma sugestão para o vosso domingo. Abrir este link e, com a ajuda de uns headphones ou de umas colunas potentes e de dois olhos preparados para fazer o decatlo, deixar cair o queixo.

24.6.19

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(Não sei se alguma vez se fez algo tão-simultaneamente-bonito-e-triste.)

15.6.19

Bate o pé, camarada

Y La Bamba, Mujeres [2019]

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© Liza Donnelly

8.5.19

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© Witchoria

23.4.19

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Kepa Junkera & Sorginak, Gernika, em Maletak (2016)

22.4.19

Este título

é wishful thinking.

21.4.19

The Capricorns

Um raio descreve na perfeição o movimento das Capricorns no mundo: chegaram, electrizaram e desapareceram. As pistas de dança desta vida provam que não se deram a conhecer, mas quem por elas foi atingido não mais as esqueceu. 18 anos passaram – 12, desde que as descobri. Está na altura de revisitar este diabrete.

Método


Stef Chura, Method Man, em Midnight (2019)

A long time ago I was pondering the literal words “Method Man” while listening to Wu-Tang. There was a person in my life that I had a confusing array of emotions for, sometimes I was in love with him, I admired and looked up to him, I thought of him as superior to me. He was older than me and I was a teenager. At that age I experienced a titanic amount of anxiety that usually expressed itself as silence.

This song was born out of a total frustration regarding a man who seemed “methodical” to me. He was literate. He waxed poetic. Almost someone… how do I say this… that you wanted to be condescending to you? As long as they were talking to you. He drank a lot of energy drinks and had this overall outlook that no one understood him. That he was in on some kind of cosmic secret that I couldn’t get. He smoked so many cigs it stained his fingers yellow.

He was always talking, and I was so enamored with this person. I was always nervous to reply. He would go on and on for hours. He sometimes would look at me and be like “oh maybe you won’t get this… maybe you don’t get this.” I was too terrified to say much.

15.4.19

¯\_(ツ)_/¯




2.4.19

Eu e a(s) outra(s)

 
© Menina Limão

29.3.19

Eu sou outra em mim mesma / e sou aquela (...) Feita de ambas à beira do abismo / sou a mesma mulher nascida em Maio

(Não me lembro a quem roubei.)