28.6.15

Flickr

© Menina Limão

Três anos de ausência depois... Woohoo! I'm back!

26.6.15

1991 / 2015



Até sou uma tipa com sorte.

25.6.15

Regret! Regret!



Arrependimento, arrependimento, o tema quente deste... cough, cough, 2015.

(Estou a brincar. É o tema quente dos últimos... cough, cough, dez anos.)

16.6.15

Lemoncita

Nota da minha mãe no meu primeiro álbum de bebé:
3 anos: Quer saber tudo o que dizem nos filmes. Gosta de se vestir sozinha.

2.6.15

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A cinefilia

«Eu era um cinéfilo. Toda a gente o era.» – Sócrates, em 2004. ‪‬#nóscinéfilos

Se perguntarem por mim, digam que ninguém quer saber


Um belo livro, disse eu. E respondeu-me a internet: hummm, não sei, não sei... Nem uma recensão no suplemento musical do Público, ou em qualquer outro, que se saiba; nem página no goodreads, a indiciar que alguém o leu, nada; tens a certeza? Ah, mundo. Como é duro concorrer com a «novíssima poesia portuguesa».

22.5.15

«Os jovens»

Ah, se eu ao menos recebesse um euro por cada criatura com idade suficiente para lidar mal com ela que começa frases com «Os jovens...» Ah e tal, «Os jovens não lêem». Pó caralho, dá cá um euro.

21.5.15

O Napalm e o Pereira / Foram os dois passear / O Napalm deu um pum / E o Pereira foi ao ar

Isto quer dizer que, estatisticamente, sou amiga do gajo errado.

[ ]


© Joe Dator

«Tanta, tanta coisa dita num quadradinho. Para os que acham isto apenas sombrio, lembro que, muitas vezes, é quando desistimos de ser x que começamos a ser o que somos, e que provavelmente não há maior libertação/felicidade do que essa.» - Rita Canas Mendes, noutras paragens

20.5.15

Espichel

aqui, no cabo Espichel, mostrou-me um rochedo o primeiro sinal de que escrever é pouca coisa e que, fechado o livro, é bem maior a abundância da sombra do que o que foi possível iluminar; não porque a perfeição seja calar mas há, talvez, no fim, a paixão do amor sem vestígios, o passeio vagaroso por uma neve que cubra todas as referências e que se ofereça a si própria como a mais alusiva das nossas contemplações.

Maria Gabriela Llansol, Causa Amante, Relógio D'Água / fotografia © Menina Limão

Importante, II

Por outro lado, entre o resguardar e o calar há meio mundo (e má matemática). É possível fazer alguma coisa em relação a isto, diz-me o anjinho da guarda. O Jarvis Cocker, que não é Jesus, apesar de ter as mesmas iniciais, nunca desistiu do exibicionismo, como bem lembrou o guitarrista no documentário dos Pulp. A coisa teve alguma ressonância, de que este patatá é exemplo, mas, para já, faltando o patati, é o que temos.

Importante

Eu costumava achar que, se era importante, devia passar por aqui. Hoje, pelo contrário, a convicção é a de que se é importante o destino deve ser outro; os ouvidos dos meus, ou o túmulo.
Nem tudo é trajectória descendente no amadurecimento.

19.5.15

Great minds think alike

12.5.15

Coisas à Cláudia

Menina Limão, a tapar a cara nas fotografias desde 1900 e troca o passo

A coerência é uma coisa bonita, digo eu, ri-se a Joanita.

10.5.15

Gomas!

As gomas do 5 de Maio, o maior.

El 5 de Maio (de 2015)

Que chatice, pela primeira vez em oito anos, não fiz um post de aniversário. Estava demasiado ocupada a acordar aqui.

Chora comigo.
 













© Menina Limão

3.5.15

"Qual é a tua excepção à monogamia?"

O sonho de hoje não engana.
 

19.4.15

Planos

Cada um deles repleto com uma gota do meu sangue, dançam todos à minha frente, como mosquitos melancólicos num muro sombrio onde o sol forte dos dias felizes já não bate.

Hugo von Hofmannsthal, A Carta de Lorde Chandos, tradução de Carlos Leite, introdução de Hermann Broch, Relógio D'Água

Renúncia


A Carta de Lorde Chandos, publicada em 1902, é uma missiva ficcionada a Francis Bacon, em que Lorde Chandos, atravessado por uma crise literária e filosófica, explica porque não é capaz de continuar a escrever. 
O texto corresponde a uma crise do seu autor. Em 1901, Hofmannsthal renunciara à carreira universitária, reviu a sua obra poética, casou com Gerty Schlesinger e foi viver para uma pequena povoação próximo de Viena.

17.4.15

Esperança

«A caravana não passará, iii. Depois de se perder a esperança é que se fica em condições de se conseguir vencer. Segismundo.»

Mais uma danação do Albergue dos Danados.

9.4.15

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31.3.15

Pessoas boas, pessoas más

«A caravana não passará, i. Não é pessoa boa quem distingue e decreta as «pessoas boas» e as «pessoas más», pois não há bondade, bondade expressa ou que resista para revelar-se, seja em tal distinção, seja em tal decreto. Segismundo.»

Surripiado (descaradamente, como sempre) ao Albergue dos Danados.