What a way to start a fire.

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Scout Niblett - Wet Road


Gosto de mulheres de facas nos bolsos. De vez em quando a faca rompe o bolso, ela nem queria. Gosto de mulheres assassinas por acidente. Mulheres que carregam a iminência de um desastre no sorriso. De vez em quando o sorriso descai para o punho fechado e abre-se a mão ao golpe. De vez em quando o golpe acerta nela própria. Normalmente, os pequenos crimes matam mais que os noticiados no jornal. A doçura também pode ser um crime, mais certeiro que qualquer outro e bem em cheio no peito. Algures entre a doçura e a demência, está a Scout Niblett, num (des)equilíbrio de forças. Há cinco anos que me diz ao ouvido que a febre pode salvar aquilo que a sanidade não consegue. A Scout Niblett e a sua voz de lâminas debaixo da língua são presença habitual nas nossas noites como dj’s – por coincidência, é o primeiro nome que me lembro de passar numa noite acelerada (o tema Big Bad Man) e é o primeiro nome que me lembro de passar numa noite calma (o tema Wet Road). Não é exagero dizer que continua a parecer-me irreal a iminência do concerto da Scout Niblett no Mercado Negro. Os sonhos não costumam concretizar-se, muito menos excendendo-se a si próprios. O que quer que seja que aconteça hoje à noite, ficará para a história – para a história do Mercado Negro, para a história da música, para a história das nossas vidas-todas-fodidas*, para a história dos nossos corações remendados.


- hoje, 29 de Maio, Scout Niblett no
Mercado Negro, em Aveiro, pelas 22h30. (esgotado)
- amanhã, 30 de Maio, Scout Niblett na
ZDB, em Lisboa. (desconheço se está esgotado)


Obrigada/ Obrigada - eternamente grata.


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Bilhete número 1.


cinema muito nosso

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Está a decorrer no Mercado Negro (Aveiro) o ciclo de cinema You Say PSYCHO! Like It's A Bad Thing. A selecção é da Limão. Não há que enganar: a entrada é livre e, como dizia o outro, arriscada.

Teremos sempre a Rio en Medio

Escrevi e publiquei três posts sobre o concerto das CocoRosie. Apaguei-os. Não admitiria a hipótese de alguém sair daqui com a noção contrária à de que as adoro. A minha adoração é antiga e há-de sobreviver a qualquer rumo tortuoso que optem tomar, porque aquilo que já fizeram adquiriu um espaço inviolável na minha vida. Esta condição imutável não me priva, no entanto, de denunciar os infortúnios a que se prestam de momento. O concerto baseou-se no último álbum, de que não gosto muito, e nas músicas novas, que são pavorosas (não tocaram a You Wanna Fuck Me). Insuportável aquele hip-hoper e as suas vozes pirosas, ao estilo disco-sound/pop-manhosa-"i'm too sexy for my shirt". Até as músicas antigas as manas (com a preciosa ajuda do mano) conseguiram arruinar. Nem deu para morrer com a By Your Side. E, bem vistas as coisas, ainda bem.


adenda: eu já vi as CocoRosie ao vivo duas vezes: a primeira foi em Paredes de Coura, a segunda na Casa das Artes em Famalicão (e não no Theatro Circo, como havia escrito por engano).

Animais!

Fomos para ver Animal Collective e tivemos direito a Panda Bear. Ena. Hooray. Não vou, contudo, fingir que a aparição do urso colmatou a desaparição da Grass, da Leaf House, da Chorus e da Water Curses.
Colectivo Animal. Uma reunião familiar.

&

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Blondex ou Brunitex, eis a questão. Tenho uma predilecção, mas vou deixar a escolha ao critério do André Bonirre.

That's Not My Name

Adenda: também me chamam Limoa, Limas, Citrina, Citroen.

Cena Familiar: eu (C) e o meu irmão (M) a ver o Family Guy

C- Que andas a ler?
M - As legendas.

Dúvidas Razoáveis*

Como é que se aluga um quarto na Cinemateca?


*label razoavelmente roubada

Casa comigo, Joanna.

Joanna Newsom tells a joke. Pediram-lhe para contar a melhor anedota que conhecia. Ela não fez por menos…Não vou revelar nada, mas aconselho vivamente esta peça a quem a toma por menina perdida num conto de fadas, coitadinha. Tomem lá. (via tóxica)

Do melhor que tenho mordido

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Poderia ser um filme de vampiros. Não é bem. Poderia sê-lo, que eu não me importava: gosto de vampiros. Do morder para viver. Do morder o mundo.
Let The Right One In, de Thomas Alfredson (Suécia), exibido este ano no IndieLisboa, serve-nos um prato diferente. Há ali uma certa ideia de inocência, tanto quanto há uma certa ideia de perversidade – é na ambiguidade, na diluição destes dois pólos, que reside o fascínio. Já aqui disse algo parecido: a esta ideia tendo a associar a das bonecas às quais arrancamos a cabeça ou cortamos o cabelo. Há também por ali uma reflexão acerca da natureza humana, dissecada através dos corpos e das mentes de duas crianças de 12 anos. Na verdade, apenas o rapaz, de uma beleza clássica, loiro e frágil, tem 12 anos. A rapariga, morena, de feições estranhíssimas, que por vezes lembram as deformações faciais induzidas por Chris Cunningham às suas personagens, tão estranhas quão fascinantes e incrivelmente belas, adensadas num corpo magro mas forte e elástico, a rapariga-vampiro tem 12 anos há demasiados anos. Carrega o fardo de ser uma Peter Pan na Terra da Felicidade Nunca – tem todos os desejos a par dos desencantos de uma alma que envelhece, mas que envelhece dentro de uma jaula de ossos infantis. Tão pequena e tão morta. A vampira ostenta uns olhos esbugalhados de desencanto. Vemos a sede de fantasia de mãos dadas com a sede de sobrevivência e vamos observando esta luta de forças entre a infância e a corrupção da mesma, através de uma identidade votada à imprecisão. Esta história, que se pode abreviar à relação entre uma pessoa e uma criatura, não poderia ser mais humana e isso é o que a torna tão admirável. A cartografia, ei-la completa: a solidão, o amor, a crueldade, a morte, a injustiça, a sobrevivência, as escolhas difíceis, as provas de amizade, as almas perdidas, a vingança, a sede de liberdade, a renúncia por amor, o não sabermos quem somos e o não sabermos que lugar ocupar no mundo e na vida dos outros. Pelo meio, há também uma lindíssima cena de amor, de uma ternura comovente: dois pequenos corpos deitados, dois braços iluminados a espreitar fora da colcha, dois dedos de uma mão em passeio pelo braço alheio.
A relação entre as duas crianças só é possível porque também o débil loiro é um marginal e um marginalizado. Espeta a sua faca de bolso no tronco de uma árvore e grita “guincha, porco, guincha!”. Ela diz-lhe: Nós somos iguais. Tu gostavas de poder matar pessoas. Eu tenho de matá-las para sobreviver.

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Aviso sobre conteúdos

Este blog tem raiva. Tome a sua vacina de prevenção.

Pedro, O Louco.

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Em exibição no Cineclube de Aveiro/Cinema Oita de 22 a 26 de Maio.
design: menina limão.

Tu não deixes!

Tenho medo de ir ao teatro. Das últimas três vezes, fui sempre chamada ao palco.


A última vez aconteceu (só) no Teatro Nacional São João, em cujo palco o actor falou comigo em francês. Vocês não estão a perceber o drama: eu não percebo uma pevide de francês. Meses mais tarde vim a saber que houve uma testemunha, mas nem vou dizer quem. Que vergonha.

Era um Café Béu com Limão, ó Fassbinder.

Isto de conhecer bloggers em cafés caiu em desuso. O que está a dar é ir ao Teatro. Assim mesmo, sem encontro prévio, o que é uma opção claramente inteligente: se não gostarmos dos primeiros cinco minutos antes de entrarmos na sala, sempre temos uma hora no escuro para recuperar do choque.

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Tenho um lugar especial reservado ao Fassbinder na lista das minhas adorações, desde que passei uma tarde inteira enfiada num auditório em Barcelona (por 1€), a ver curtas-metragens suas, uma longa-metragem e um documentário sobre a sua vida desregrada, desbragada e demente; e desde que li o seu portentoso e asfixiante texto dramático Sangue No Pescoço do Gato (excertos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8).


Fassbinder Café, dirigido por Nuno M Cardoso – em colaboração com Ricardo Pais – estará em exibição no Teatro Nacional São João até 25 de Maio, pelo preço único de 5€.

Parece que afinal sempre vamos tomar café (não há como escapar-lhe).

A Menina Limão segundo a Blue

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menina limão, Blue a.k.a. Cláudia Santos Silva, tinta-da-china sobre papel, maio 2008

Perguntei à Blue o que achava ela de retratar a Menina Limão. Não nos conhecemos pessoalmente, nem nunca antes tinha ela visto o meu rosto. Sabia que a Blue não procurava no traço a imitação do real. Não temos uma bagagem interior tão pesada para a desperdiçarmos assim. Sabia que a Blue iria basear-se muito mais naquilo que me conhece de interior e fundo, do que naquilo que entretanto me conheceu de superficial e fotográfico. E ela sai-me com este desenho incrível: a pose, os olhos fechados, a boca que parece abrir-se ao beijo; uma Menina Limão abraçada (ou devorada?) por longas flores negras.

(…)

Obrigada.

LUST IS A DIRTY POEM*

My Kind Is Your Kind I’ll Stay The Same


1. Yeasayer – 2080
2. Dirty Projectors – Hyper-Ballad
3. Dodo Bird – Men
4. Jeffrey Lewis – Systematic Death
5. Sean Riley & The Slowridders – Twenty-six Years
6. Xerox Teens – My Favourite Hat
7. JJ72 – Always And Forever
8. Vampire Weekend – Boston
9. Elk City – Cherries In The Snow
10. Clap Your Hands Say Yeah – Let The Cool Goddess Rust Away
11. Of Montreal – A Sentence Of Sorts In Kongsvinger
12. The Ting Tings – That’s Not My Name
13. Tegan And Sara – Are You Ten Years Ago
14. The Kills – Alphabet Pony
15. Robots In Desguise – Can’t Stop Getting Wasted
16. Sons & Daughters – Guilt Complex
17. The Teenagers – Scarlett Johansson
18. The Capricorns – Runaway
19. Ladytron – I’m Not Scared
20. The Go! Team – Grip Like A Vice
21. Le Tigre – Get Off The Internet
22. The Noisettes – Don't Give Up
23. Metric – Dead Disco
24. Effi Briest – Mirror Rim
25. Blood Red Shoes – It’s Getting Boring
26. Kate Nash – Caroline’s A Victim
27. Natalie Portman’s Shaved Head – Slow Motion Tag Team
28. M.I.A. – Boys
29. The Knife – We Share Our Mother’s Health
30. Spoon – Don’t You Evah (Doc Delay Fixerupper Mix)
31. Vive La Fête – Touche Pas
32. Honey Is Cool – The Lion
33. Aluminum Babe – Infatuation
34. Clinic – The Return Of Evil Bill
35. TV On The Radio – Wolk Like Me
36. Karen O And The Million Dollar Bashes – Highway 61 Revisited
37. The Kills – Fuck The People
38. Black Rebel Motorcycle Club – Stop
39. Ida Maria – Oh My God
40. The Detroit Cobras – He Said
41. Yeah Yeah Yeahs – Miles Away
42. Interpol – C’Mere
43. Datsuns – MF From Hell
44. Pete And The Pirates – Come On Feet
45. Gun Club – Sex Beat
46. The Rotters – Japanese Punk
47. Art Brut – Good Weekend
48. Pixies – Wave Of Mutilation
49. Liars – Mr You’re On Fire Mr
50. The Floor Is Made Of Lava – Do Your Sister
51. The Cramps – Goo Goo Muck
52. Louis XIV – Sometimes You Must Want To
53. Mike Sammes – Heineken
54. Nick Cave – Brother, My Cup Is Empty
55. Modest Mouse – Dashboard
56. Wray Gunn – All Night Long
57. Eagles Of Death Metal – I Only Want To
58. The Kinks – I Need You
59. Man Man – Harpoon Fever (Queequeg’s Playhouse)
60. Siouxsie & The Banshees – The Passenger
61. Fish Boy – Half Time At The Proper Name Spelling Bee
62. MGMT – 4th Dimension
63. Animal Collective – Water Curses
64. The Raveonettes – Dead Sound
65. The Jesus And Mary Chain – Some Candy Talking
66. The White Stripes – Fell In Love With A Girl
67. Yeah Yeah Yeahs – Rockers To Swallow
68. Pop Levi – Sugar Assault Me
69. The Sound – Love Is Not A Ghost


Pensando que a noite acabava às 3h como sempre, arrumámos a tralha e fomos embora. Descobrimos uns minutos depois que afinal a rambóia só terminava às 4h e quisemos mais. Foi nesta parte que eu realmente me diverti. A Fell In Love With A Girl, passada quase no final da primeira parte, teve um efeito ecstasy em mim, mas até lá eu não estive no meu esplendor crazy bitch. Quando voltámos para a segunda parte, eu ainda estava sob efeito das partículas do ar em movimento, portanto considero que a puta da loucura só se deu no meu corpo na última hora.



Tendo havido uma interrupção e estando muito menos gente no bar, tomámos a liberdade de fazer o que bem nos apeteceu, incluindo repetir bandas.


70. The Kills – Last Day Of Magic
71. Gravy Train – Sippin’ 40z
72. M.I.A. – Bird Flu
73. Peaches – Stick It To The Pimp
74. Chicks On Speed – We Don’t Play Guitars
75. Le Tigre – Deceptacon
76. The Roger Sisters – Zero Point
77. Hot Lava – X-Mas Wii
78. Yeah Yeah Yeahs – Maps


*

Eat the pie or eat yourself

Vá-se lá saber porquê, dei por mim a adiar, a adiar, a adiar o encontro com My Blueberry Nights. Mas agora, agora mesmo, sinto-me preparada. Preparada para me alhear do burburinho, das más críticas, da parvoíce, dos tiques da carneirada. Estou pronta, meu caro Wong, para me sentar sozinha numa sala escura e dar-te a comer os meus fantasmas. Sozinha, claro, à falta de um corpo digno de absorver a energia do nosso embate. Ou se tem o nosso amor a amparar os demónios ou então não temos outro remédio senão deixarmo-nos devorar sem testemunhas ilícitas.

Se eu fosse um vídeo #3

Pina Bausch - Café Müller

Meu amor, aprendemos demasiado bem a lição. Ensinaram-nos o botão repeat, esconderam-nos o rewind.

Occident, no IndieLisboa

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O realizador romeno Cristian Mungiu, ao segundo filme visto e ao segundo filme irrepreensível, entra para o meu top (abrangente, é certo) de preferências. Occident (sem tradução e com legendas em inglês) é uma tragicomédia maravilhosa, de um humor negro e cáustico, a par com um punhado de momentos lindíssimos; uma história de uma sequência temporal subvertida e muito bem fotografada. O seu humor refinado aproxima-o mais de 12:08 A Este de Bucareste, de Corneliu Porumboiu, outro romeno, e menos de 4 Meses, 3 Semanas, 2 Dias, a outra obra de Cristian Mungiu, que arrecadou a Palma de Ouro em Cannes 2007 e que arrecadou a maior tensão muscular e emocional do meu vasto historial de presenças em salas de cinema. E é esta versatilidade de géneros abordados com igual excelência que é também admirável. Em Occident, Mungiu transforma um evidente desencanto que vemos trespassar o cinema romeno, num encanto comovente.

Don’t Wait That Long.

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© Menina Limão, auto-retrato.


Pintaram um cabo de alta tensão de
vermelho
e chamaram-lhe semáforo.


Um corpo confuso parado no trânsito
à espera de autorização para avançar.

Lisbon Shots

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Crónicas Cromáticas - Como ser fashion no Intercidades:

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O que acontece quando trocamos a música pela leitura?



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Continuamos fashion.

Ó Alfacinhas…

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A Menina Limão vai à capital.


Em trabalho e em lazer, a Limonetta-pittá-pittá-pittuxa-que-diz-cúmo-e-não-cômo, vai passear as pevides a Lisboa (e a Massamá).

post co-produzido pela minha consultora de imagem: Lebre.

OH MY GOD! Belisquem-me!

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Não há ninguém que eu mais queira conhecer do que a Rita. Estranho isto de podermos tornar-nos amigos de uma pessoa sem nunca a termos tido à distância de um dedo. Hoje vou poder esmagar-lhe as costelas com abraços e, só de antecipá-lo, subitamente a vida parece perfeita.

I came so far for beauty

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I Love You, You Imbecile.

Prendas de aniversário que rebentam a escala de riso.

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Vende-se a Diamanda Galás, inteirinha, cortada às postas, em forma de bilhete, como queiram. Não querem? Mais fica! O que neste caso é um problema do caraças.


Admito. Vocês levaram a melhor. Não mais se vendem dois bilhetinhos para a Diamandinha na Casa da Musiquinha a 20 €, mas a 15€ cada. Toda a gente gosta de descontos e este já vai em 10€. (Não, não torna a baixar.) Têm até quinta para vir levantá-los, à banca da limonada mais próxima.


[Ó Mafia, era um novo tópico no Fórum Sons, ó saxabôr. Obrigadinhos.]


vendidos.

Hold On Magnolia

Perguntam-me: como é que aguentas? e eu respondo: não aguento.

até o Garfield acordou hoje para me dar os Parabéns

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It's My Party And I Cry If I Want To!


Juergen-Teller-------------> a minha segunda prenda de aniversário---------------->da Rita-que-é-linda



a minha primeira prenda, da Clarinha


It's my party, and I'll cry if I want to
Cry if I want to, cry if I want to
You would cry too if it happened to you

Masoquismo

Um dia comprei o Teatro Completo, o livro que reúne a totalidade da obra da Sarah Kane. Li-o de um trago, como um veneno. Fiquei de rastos. Nunca chorei tanto a ler o que quer que fosse. E sempre que a ele regresso (não consigo nem devo resistir, está lá tudo), o impacto é o de um golpe de faca espetada nos pulmões ao primeiro lanço, que se enterra um bocadinho mais fundo (julgam que inspirar-e-expirar é respirar?). Hoje, vou ver o 4:48 Psicose, na véspera do meu aniversário. Como se a data não fosse já deprimente o suficiente.

Oh my God! #2

Parece que vou mesmo voltar a ver as CocoRosie ao vivo, desta vez em Coimbra. É que a primeira parte estará a cargo da Rio En Medio.

Causas naturais

Agora que tudo está bem, já posso contar esta história. O Pedro reenviou-me o mail que minutos antes havia enviado para a Blogger em minha defesa. Assinava com o seu nome e com o endereço do blog, por sinal da Wordpress. Eu respondi-lhe, entre várias coisas, “Yeah! Wordpress right in your fucking face!” e, sem querer, enviei o mail também para a Blogger.
Segundo agradecimento, publicado no Convento de Freiras onde passo férias.

Eu vos abençoo, do fundo do coração:

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© Slauz


E não é que resultou? Em menos de uma semana, o aviso sobre conteúdos reprováveis no meu blog foi retirado. Apenas porque eu e vocês, gente bonita/fixe (riscar o que não interessa), disse à Blogger: Who's your Daddy?! Tudo voltou à normalidade, que, já se sabe, cá por casa nem sempre é muito ortodoxa (contando que eu também me boicoto de vez em quando). Isto prova que a Blogger é capaz de reconhecer os seus erros, apesar da grande precipitação e da ausência de um pedido de desculpas. Chegou a parte mais importante deste post: o agradecimento solene. É pena que não possam ver-me: estou há cinco minutos a escrever enquanto faço uma vénia. É muito difícil, acreditem. E estou disposta a muitos outros sacrifícios, tudo o que puder fazer para vos agradecer esta pequena grande vitória. Um limão ao vosso dispor! Tenho comigo um artigo de culinária que explica detalhadamente todas as propriedades do limão e seus benefícios. Incrível aquilo que se pode fazer comigo! Bom. Adiante. Estou ao vosso dispor e vocês decidirão o que fazer com isso (nada fazer também serve). Muito muito muito muito muito muito muito muito obrigada!


Beijos, abraços, cumprimentos, saudações cordiais (pim pam pum),


Limão, a Menina que bateu na Blogger (e ela deixou).

Caiu-me tudo! Então não é que despediram o porteiro?

Era uma Menina Limão para a mesa 7

Chamam-me Limão, Amarela, Limoneta, Limãozinho, Limona, Limoa, Limas, Limonada, Limonette, Limunina, Menina Limocha, Limanita, Citrina, Citroen, Coisa Amarela. Às vezes, quando a imaginação transborda, chegam a soluções deveras interessantes como Vaca, Cabra, Puta.


A todos vós, gente-fofa-que-ainda-acredita-no-Pai-Natal:



The Ting Tings – That’s Not My Name

Quinta-feira quente

Hoje, a noite é dedicada ao Lindy Hop, dança do camandro. A festança tem lugar no Hot5, a partir das 22h30. Apareçam. Dão-se beijinhos.