MUUUUUUU

Não ia escrever sobre o Festival Intercéltico do Porto, no qual estive presente dia 28 de Abril, no Cinema Batalha, mas acabei de encontrar este texto do António aqui e não resisti a publicar um excerto, por ir tão de encontro àquilo que penso:



"(...)Na segunda noite, a surpresa foi os... Mu. E surpresa porque, em poucos meses, o grupo cresceu imenso em maturidade, criatividade, coesão, alegria. Os Mu - que já antes faziam uma festa pegada ancorada nas danças tradicionais europeias - continuam nessa linha mas agora, agora que estão prestes a editar o seu segundo álbum e foi neste novo reportório que o concerto se baseou, com alguns acrescentos importantes em termos de formação: do grupo faz agora também parte Sérgio Calisto [que foi colega universitário aqui da menina limão] (violoncelo, moraharpa, bouzouki), que veio dar uma maior consistência ao grupo, e neste concerto tiveram como convidada em três temas a cantora Helena Madeira (ex-Dazkarieh, agora no Projecto Iara), cuja voz entrou que nem uma luva na música dos Mu. Semi-desilusão foram os galegos Pepe Vaamonde Grupo. Tal como os Téada, todos os músicos do PVG - liderados pelo gaiteiro... Pepe Vaamonde - são um portento de técnica, de precisão e da arte de bem recuperar a, neste caso, tradição musical galega. Mas, sabe-se lá porquê, no concerto do Intercéltico o grupo teve um défice de emoção que empobreceu a comunicação com o público e a beleza do espectáculo. Nada de grave, principalmente porque a seguir houve outra dose de Bailebúrdia, desta vez no hall do Batalha e com ainda mais gente a participar nas danças."




Resta apenas acrescentar que no baile proporcionado pelos Bailebúrdia, banda da qual faz parte mais um ex-colega universitário e eu sem saber, estive lá caída e rendida, pulei que me fartei, dancei com os moços todos e algumas moças, revi caras desaparecidas há anos, improváveis de serem vistas por ali, e senti, como sempre acontece quando passamos horas a dançar com um sorriso nos lábios, que me caía a pele velha e nascia uma nova.



Será que dançámos juntos António?

Deolinda

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© Menina Limão


O Ípsilon desta semana traz (finalmente!) um artigo sobre os Deolinda. Deram um concerto fascinante no Mercado Negro, em Dezembro, não têm nada editado e só os podemos ouvir no myspace. Por tudo isto me enchi de alegria ao vê-los reconhecidos e é com muito orgulho que levo a Deolinda em formato pin ao peito.






Aqui fica um vídeo que fiz desse concerto.
As letras são muito boas e a expressividade da Ana Bacalhau enquanto as canta torna-as ainda mais especiais. São concertos únicos.

Made In DeCA 2007

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O Made In DeCA é uma mostra de curtas-metragens dos alunos de Guionismo e de Vídeo do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Realiza-se todos os anos e esta edição, tal como a do ano passado, teve lugar no Teatro Aveirense (no dia 26 de Abril). A organização tenta fazê-lo com alguma pompa: abertura musical por parte dos alunos de Música do DeCA, reabertura depois do intervalo com dança (muito fraca geralmente), apresentadores (alunos) mauzinhos e piadéticos. Em 2007, o único membro do Júri digno de referência foi um alto-representante (perdoem-me não saber o nome) do Festival de Curtas de Vila do Conde.



Dados os escassos meios de que dispõem os alunos e a fraca preparação académica, não se esperam nem se podem esperar obras de cinema. A única coisa que se deve exigir como mínimo requisito é um bom argumento. Pois nem isso. A maioria, que é como quem diz 90%, são terrivelmente maus.



Mas o que me faz escrever sobre a cerimónia deste ano é a atribuição do prémio de melhor filme. Dá pelo nome de Palestina e é nem mais nem menos que um plágio descarado e rasca do filme O Paraíso, Agora! de Hany Abu-Assad. A primeira imagem vem com legenda: Palestina. Pretensioso? Façamos de conta que não vemos a matrícula portuguesa no carro. Língua: árabe. Com legendas. E eu já a pensar: “pronto, agora os totós e os parolos vão achar que isto é demais porque supostamente já é mais profissional, independentente da qualidade do filme e da mensagem”. O miolo é demasiado escandaloso para ser verdade: a história de um bombista-suicida (ah ok, aqui é só um, não é plágio) que se prepara para o grande acto. E como se prepara ele? Ora, o tipo barbeia-se (!!), escolhe a camisa branca (!!!), grava um vídeo de despedida para ser visto posteriormente pela família, amigos e demais interessados (!!). A sequência é-me familiar. E depois que faz ele? Vai para a paragem de autocarro (!!!), entra no autocarro e a imagem desvanece-se no plano em que o vemos lá sentadinho a pensar para com os seus botões (!!!). Qualquer semelhança com o Paraíso, Agora! é mera coincidência, portanto.



O outro aspecto vergonhoso é o teor do discurso. O Paraíso, Agora! é um bom filme e só o é porque as personagens contêm a ambiguidade e a complexidade necessárias a um tema desta delicadeza. O Palestina destes jovenzinhos inexperientes e ignorantes é construído num moralismo barato, de um simplismo básico. Nem sequer é a visão de indivíduos portugueses relativamente à realidade palestiniana, é antes a tentativa de explicá-la de dentro, o que não só é pretensioso como profundamente ingénuo. Ideias despejadas lá dentro: estes são actos em nome de Deus, são necessários os sacrifícios de inocentes, culpados ou não têm de morrer porque é preciso lutar pela Palestina, blá blá. Fico revoltada com esses discursos burros defendidos tantas vezes pelos radicaloides espalhados pelo mundo. Mas fica bem defender cegamente a Palestina. E, pelos vistos, o exmo Júri não tem cultura nem inteligência suficiente para perceber estas evidências.



Se ouviram do balcão do Teatro Aveirense alguém a gritar aquando da recepção do prémio “Que vergonha! Esse filme é uma cópia rasca d’O Paraíso, Agora!”, ouviram-me a mim. Mas a parte que me diverte foi o palerma de um dos realizadores defender-se dizendo: “eu quero só dizer que este filme não é uma cópia d’ O Paraíso, Agora!”. Felizmente, ouviste na perfeição o meu grito, assim pudeste elucidar as várias dezenas de espectadores que não tinham percebido a mensagem.



(e algo me diz que aquela tipa que já na Praça me espetou um cigarro no vestido não o fez por acaso)



(o blog do Made In Deca é este. É pena não poder mostrar-vos o filme Palestina, ainda não está disponível no youtube.)
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Because the hands have so much intelligence, it's important to confuse them now and then.


Tom Waits (Mojo, Maio 07)

eu confesso

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que gosto de homens com rostos sexualmente ambíguos. eimen.

Vincent & Vincentine

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fotografia [Vincentine]: Cordien.

he's bringing sexy back.

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oh pronto. o homem passou-se.
não lhe bastavam 2 blogs lindos, agora tem outro?


dassse.


1.
2.
3.

Segredos & Mentiras

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em exibição no Cineclube de Aveiro/Cinema Oita de 26 a 30 de Abril - Semanas de Culto #6.
design: menina limão.
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© Menina Limão & O Senhor



Eu perdoo a quem não foi porque a casa esteve cheia ("must be five hundred degrees") e entre danças e "gritos" e palmas a rematar, ouviu-se isto:



01. Murder By Death - One More Notch
02. The White Stripes - My Doorbell
03. Black Rebel Motorcycle Club - Shuffle Your Feet
04. The Kills - Superstition
05. The Legendary Tiger Man - Say Hey Hey
06. Cold War Kids - Hang Me Up To Dry
07. Yeah Yeah Yeahs - Phenomena
08. Noisettes - Signs
09. The Gossip - Hott Date
10. Metric - Live It Out
11. Patrick Wolf - Overture
12. Death Cab For Cutie - Soul Meets Body
13. Klaxons - It's Not Over Yet
14. The Knife - Like A Pen
15. Cansei De Ser Sexy - Alala
16. M.I.A. - U.R.A.Q.T.
17. !!! - All My Heroes Are Weirdos
18. Hot Chip - Over And Over
19. TV On The Radio - Blues From Down Here
20. Joy Division - Isolation
21. Interpol - Say Hello To The Angels
22. Help She Can't Swim - My Own Private Disco
23. Pop Levi - Sugar Assault Me
24. Ladytron - High Rise
25. Peaches - Stick It To The Pimp
26. Yoko Ono - Kiss Kiss Kiss (Peaches remix)
27. The Knife - We Share Our Mother's Health
28. Shout Out Out Out Out - Chicken Soup For The Fuck You
29. Arcade Fire - Antichrist Television Blues
30. Yeah Yeah Yeahs - Black Tongue
31. Be Our Own Pet - Adventure
32. The Sounds - Tony The Beat
33. Clinic - Evil Bill
34. Quiero Club - No Coke
35. Love Is All - Spinning And Scratching
36. The Rapture - Whoo! Alright-Yeah...Uh Huh!
37. Metric - Dead Disco
38. The Raveonettes - Love In A Trashcan
39. The Kills - Fuck The People
40. Dead 60's - Riot On The Radio
41. Liars - Mr You're On Fire Mr
42. Klaxons - Gravity's Rainbow
43. The Smiths - Big Mouth Strikes Again
44. The Cramps - Goo Goo Muck
45. Nick Cave & The Bad Seeds - Brother My Cup Is Empty
46. Le Tigre - Punker Plus
47. Pixies - Debaser
48. Jesus And Mary Chain - Happy When It Rains
49. New Order - 60 Miles An Hour
50. Violent Femmes - Out Of The Window
51. Arcade Fire - Neighborhood #2 (Laika)
52. Beirut - Mount Wroclai (Idle Days)


(e depois de uma improvisada Grândola, Vila Morena por parte da estimada clientela, o bónus)


53. Joanna Newsom - Colleen



Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket © Menina Limão


Porque não é de manhã que eu acordo, e não é em lençóis que me deito.


Na Solidão dos Campos de Algodão, Bernard-Marie Koltès, Moura Editor

noites ao abandono

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Roubaram-me a minha adorada Sarah Kane, por isso vou vestir-me do meu adorado Fassbinder.



Noites ao Abandono, tertúlia poética descontraída, às 22h, no Mercado Negro.
(podem ir só ouvir ou podem ir ler também - livros vossos ou livros dos outros - hoje o tema é o teatro
)

eu e as celebridades.

Eu, como qualquer potencial celebridade que se preze, quero ser única no estilo. Ainda que me lisonjeie ser parecida com tão boa gente, como comprovado pelos vários testes feitos neste site, não quero ser confundida com ninguém. No entanto, não resisto a publicar os resultados.



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Ora aqui estou eu no meu look-cabelos-compridos. Parecida com a Penélope? Valha-me Deus. Já as parecenças com as deusas Fiona Apple, Patrícia Arquette e Sofia Coppola confirmam o pedestal que sempre me atribui. Agora a figura que me deixa sem palavras de tanta baba é o Stephen Chow. Um verdadeiro sonho ser parecida com um homem e não é um homem qualquer: é um chinoca quarentão do mais sexy que há no mercado e que adora dar porrada (deve ser aí que somos parecidos). Percebem as semelhanças entre este tão bem-parecido muchacho e as outras meninas célebres, não percebem? Eu também não.



O primeiro teste foi o melhor, mas os próximos adiantam questões filosóficas importantes, por isso preparem-se.




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A heterogeneidade deste põe-me um bocado tonta. Quer dizer, Natassja Kinski, oh yeah. Gillian Anderson, lá terei de aceitar, fine, não vou assim tão mal servida. Tendo em conta que o Christian Bale tem uma cara laroca, é um belo de um pedaço de carne e interpretou Bateman, no American Psycho, filme mau baseado num livro muito bom que por acaso ando a ler, uau, plenamente de acordo. Continuo a sentir-me uma gaja boa. Agora o que me intriga é aquela associação entre a minha figura gostosa com aquele look-made-in-Greese-pascácio-brilhantina do John Travolta com o look puta-gloss-que-sonha-em-chutar-pr’a-veia-mas-só-tem-granel-para-a-erva do celebérrimo Criss Angel. Hummm.



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Este poderia chamar-se: estarei eu em processo de mudança de sexo e não me apercebi? Bom, eu sei que a foto está algo escura, mas agora chamar-me castanha é fazer duras críticas à luz do meu candeeiro. Confesso que percebo perfeitamente a presença do Michael Beck neste resultado (esperem aí que vou ali cortar uma veia e já venho. Ou se calhar não venho.) Aparece ali a Emmeline Punkhurst, feminista e uma das principais fundadoras do movimento britânico do sufragismo. Pois, já percebi por que é que a puseram neste alinhamento (está provado que quem gere o site é um tipo machista com sentido de humor). O Tommy Lee Jones deve estar ali como antevisão da minha velhice e o Benjamin McKenzie transcende-me porque é o único que está a sorrir e quando eu digo único quero mesmo dizer único.



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Ora bem, eu julgava que estava a fazer um teste de semelhanças com celebridades, mas afinal são só moças que querem ser minhas amigas. Passo. (Uma indiana e duas japonesas? Contam-se já três figuras de olhos em bico e se me aparece mais alguma começo eu a ficar igual. Deve ser esse o objectivo) Não percebo a parecença com a Norma Shearer, mas pelos vistos tenho o glamour de uma diva do cinema do início do século XX (ena). Agora, meus caros, o que eu gosto mais (não este eu amo, pá, como não amar este), como dizia, o que eu realmente aprecio é a semelhança com o Conor Oberst. Pá, Conor, se quiseres ser meu amigo, na boa, dizem que somos parecidos, eu tenho uma-bela-voz-mais-bela-que-a-tua e ainda por cima tenho a vantagem de conseguir espetar os mamilos na camisola enquanto canto a solidão. Fazemos uns concertos e temos groupies o ano inteiro, vai ser canja, man.



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Chamem-me obcecada mas eu tinha de saber com quem me pareço quando uso óculos e fiquei muito desapontada por saber que quando isso acontece pareço um homem. É difícil perceber a que tipo de homem me assemelho porque um é velho e feio e o outro é um tipo jeitoso e muito talentoso mas completamente chanfrado. Agora as senhoras, ui ui: Monica Belluci (damn i’m too fucking good), Calista Flockhart (que tem muita pinta) e a Kristine Hermosa, seja ela quem for (actriz filipina, só me faltava mais esta), é hermosa de nome e isso é que conta.



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Tchan tchan tchan tchan! Reservei o melhor para o final, vejam-me só isto. Sweeeet. Começa com a Sophia Loren, que poderia ser um elogio mas, pela foto, penso que me estão a chamar qualquer coisa entre o vaca louca e o ave com gripe. Depois passamos para a bela Jewel (reparem na passagem, isto é que é um DJ do caraças a fazer a selecção). Entretanto há ali uma figura algo ambígua: então põem-me a Isabella Rossellini à frente, coisa que à partida dá pra festejar nos próximos meses, e depois quando vamos ver bem afinal estão a chamar-me pirua. Restam dois e sinceramente, pá, digo mesmo sinceramente, não consigo decidir-me qual o melhor. A Barbara Bush (ainda estou a tentar decidir que parte me diverte mais: ela ser feia que dói, ela parecer um travesti, ela ser velha com fuças de galinha, ela ser mãe de um desastre natural) ou o Cab Calloway? É que reparem naquele genuíno sorriso. O tipo é bem capaz de ter uma trompete enfiada na bunda, nós é que não vemos.



Com isto concluo que devo estar a passar uma fase muito estranha na minha vida.

Sunshine - Missão Solar

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O novo filme do Danny Boyle é visualmente estonteante. A realização é tremenda. As interpretações muito boas, das quais se destaca o meu querido Cillian Murphy. Agora o argumento, caros, o argumento tem falhas graves. Mais um filme que esteve às portas (assim tão perto?) de ser um grande filme.


Mas não foi para dizer isto que quis pronunciar-me acerca do Sunshine. A descasca vai mesmo para o trailer. Porque como é que é possível que um realizador, seja qual for o seu estatuto, se sinta confortável em resgatar a banda sonora de um outro filme para o seu trailer? É que, convenhamos, não se trata de uma música qualquer. Criada especificamente (e isso é mais que óbvio) para o Requiem For A Dream, filme do Darren Aronofsky, a banda sonora do Clint Mansell é uma poderosa odisseia sonora, inconfundível e marcante. A música principal é dividida em quatro variantes, uma para cada estação do ano (summer overture, hope overture, etc), de acordo com a própria respiração do argumento de Requiem. Ainda que ligeiramente alterada para o trailer de Danny Boyle, é incompreensível. E qual é o papel do músico no meio disto tudo? O de vendedor do seu trabalho a quem quiser comprar independentemente da filosofia que lhe deu origem?

Sou uma cidade esquecida.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Felix © Baumsteiger


Um dos meus primeiros posts foi uma homenagem a um livro que me é muito doloroso: A Voz Humana, de Jean Cocteau. De todas as coisas indizíveis que se podem tentar no papel, eu já falhei o contributo.



É com um sorriso dormente que chego a este
lugar mágico onde não consigo evitar ler naquele poema A Voz Humana.

derrapagem.

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© paradoxtitan


livros
Joaquim Manuel Magalhães - Alta Noite em Alta Fraga

Maria do Rosário Pedreira - Nenhum Nome Depois



dvd
John Ford - Young Mr Lincoln

David Lynch - Twin Peaks: Fire Walk With Me



cd
The Knife - Silent Shout

Beirut - Gulag Orkestar/Lon Gisland

Interpol - Antics

Brick

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Em exibição no Cineclube de Aveiro/Cinema Oita de 19 a 23 de Abril.

Rapunzel.

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© Menina Limão

as minhas mulheres #1

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(ela está de volta. aqui.)

qualquer coisa, estou nos Balcãs.

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© HealYourself




Beirut - Prenzlaurberg


Beirut - Mount Wroclai (Idle Days)

SUPER BOCK SUPER ROCK

3 de Julho
Arcade Fire
Bloc Party
Klaxons
The Magic Numbers
The Gift
Bunnyranch



4 de Julho
The Jesus and Mary Chain
LCD Soundsystem
Maxïmo Park
The Rapture
Clap Your Hands Say Yeah
Linda Martini
Mundo Cão



5 de Julho
Underworld
Interpol
Scissor Sisters
TV On The Radio
The Gossip
X-Wife
Micro Audio Waves
Anselmo Ralph



Este cartaz é exasperante. Um dos cartazes mais brutais de toda a história não é em Paredes de Coura. O meu grandioso Coura...Vou chorar. É claro que isto me obriga a ir ao Super Bock pela primeira vez. É claro.
Mas fico muito preocupada. O que nos reserva o geralmente imbatível Paredes de Coura? Já estão confirmadas as CSS, o que é óptimo. Mas depois pergunto-me...o que resta? Apenas me consigo lembrar de uma resposta e isso sim seria fenomenal. Falo, claro está, dos imprescindíveis Modest Mouse, que já têm novo single aqui.
Pop Levi, Peter Bjorn & John, sim sim muito bem, seria óptimo. Mas não nos enganemos, o cartaz do Super Bock já é imbatível. Oh well, see u there.
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© Menina Limão


Pop Levi - Sugar Assault

(Tivesse ontem o senhor DJ posto esta música e hoje já poderia assinalar a existência de um limão de ancas abananadas. isso é que teria sido gostoso, mnham mnham.)

kind of desperate beauty

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Imaginem o acolhimento de uma sala escura, pontualmente iluminada. Estão sentados onde querem como querem. Eu, por exemplo, refastelada no chão. Agora imaginem que no ponto luminoso da sala estão duas pessoas que se olham carinhosamente e que há dois anos vão fazendo o trajecto EUA-Espanha-EUA-Espanha para poderem estar juntos. Dois amantes amantes de música que vão por ali e acoli acalorar os espaços. Ou fazê-los derreter.
Começaram juntos. Ora ele na flauta e ela nos instrumentos-estranhos-de-encantar e na voz, ora ele na guitarra acústica e ela no acordeão. E agora é ele que canta. Depois, só ele e a guitarra e os pulmões.
Kind of desperate indie folk ou pequenas arritmias, sobressaltos desconcertantes e um fluxo de sangue descontrolado.


Deixo-vos aqui as músicas, uma dele, outra(s) dela, mas o que eu gostaria mesmo era de vos presentear com uma das músicas que tocaram em conjunto, de que não existe qualquer gravação. Isso sim, seria magia a polvilhar-vos.



Chriss Sutherland - You Need It Then It Comes


[Quanto à música da Thérèse, vá-se lá saber porquê, não consigo postá-la. Deixo-vos o myspace que - festejemos - permite fazer downloads.
Aqui.]
O que é que se faz num Sábado à noite em Aveiro? Cinema? Sim, pode ser. Ou então: The Partisan Seed ao vivo no Mercado Negro às 22h30.

a bullet in the head.

Nem baile na Terça, nem filme na Quarta, e provavelmente nem concerto hoje à noite, que isto de ser supermulher ou designer é muito complicado. Mas depois da entrega, ui ui. A desforra. Que é como quem diz, dançar as estopinhas.


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Este é um concerto/baile aberto a qualquer pessoa, mesmo as que não queiram dançar e prefiram apenas assistir. E quem quiser dançar, pode fazê-lo como bem entender. Foi num baile destes, aqui há tempos, com a banda Dites 34, que me apaixonei pelas danças folk. Fui pelo concerto e acabei arrastada para o meio do baile sem o mínimo conhecimento dos passos. Garanto que é vício certo.
E a banda, os Fol&ar, são muito bons. Comprovem no site oficial, onde poderão ouvir em loop uma das suas músicas, que é lindíssima.


Depois, a continuação da folia passa pelo Mercado Negro, onde decorrerá a inauguração do novo espaço Wah Wah (cd, vinil, usados, etc) e cujo programa inclui um concerto dos Fat Freddy e dj set de Francisco Correia. A única coisa que me interessa saber é se vou poder abanar as ancas que se andam a queixar de falta de rock'n'roll. A ver vamos.

Paris, Je T'Aime

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Em exibição no Cineclube de Aveiro/Cinema Oita de 12 a 16 de Abril.


(não me recordo de cartaz algum mais bonito que este. o original, não o meu exactamente)

Supermulher.

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Espera o mundo que eu me desdobre em 5: uma figura já é designer, a outra pelos vistos terá de ser engenheira electrónica e as outras três serão possivelmente encarnações díspares da loucura.
Como eu tenho a mania do suicídio, também designado por alguns como o complexo supermulher, decidi montar um circuito de leds. Até sexta, estou reclusa da meu próprio masoquismo.



Mas entretanto, vou quebrar as regras (e isto tem a sua piada) três vezes:



Hoje, no Teatro Aveirense: aula de danças folk, às 21h30.
Amanhã, no Mercado Negro: Blue Velvet, do David Lynch, às 22h.
Depois de amanhã, Quinta, também no Mercado Negro: concerto do Chriss Sutherland ("kind of desperate indie folk"), às 23h.
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© Felix Baumsteiger


Oh, Sim


há coisas bem piores do que
estar sozinho
às vezes são precisas décadas
para ter consciência disso
e muitas vezes
quando se tem
é demasiado tarde
e não há nada pior
do que
demasiado tarde.




Charles Bukowski, traduzido pelo manuel a. domingos



(à nascença já era de culto. falo do blog o amor é um cão do inferno, em que o manuel a. domingos traduz os poemas do Bukowski.)

o designer alinha as coisas e escolhe tipos de letras sem ser a times.

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Lynch? eu estou ansiosa e o resto é BULLSHIT!

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© Cloverpunk


O desejo nos homens não é só um vício que nós cultivamos?

(8 Femmes)
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No outro dia chamaram-me cabra. Respondi com um sorriso.



(imagem roubada aqui)
(post: co-autoria do pedro)

o sabor da cereja ou au revoir simone.

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© Pinkmango77


Quem estreia as férias com uma gripe nunca deve descurar a sua caixa do correio, como quem espera uma recompensa pela sujeição a uma tortura. Como quando nos cai um dente e nos deixam por baixo da almofada algo que nos faça esquecer o novo look.
Eu sempre me mantive fiel às regras do jogo, afinal até os limões perdem o azedume quando estão adoentados e se esborracham. Se fosse Natal, este seria o dia de passar a acreditar no velhaco que desce a chaminé. Como não é Natal e nunca me disseram que as prendas tinham a ver com Deus, vou passar antes a acreditar na minha tremenda faculdade de sedução. Reza então a lenda que a cereja engraçou com o limão e lhe quis pintar o dia de doçura com música embrulhada em papel colorido e atado com poesia.



Hoje o limão doente é limão açucarado e catita. Obrigada, cereja.
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It was wrong but you said it was right. It was wrong but you said it was right. It was wrong but you said it was right.It was wrong but you said it was right.It was wrong but you said it was right. It was wrong but you said it was right. It was wrong but you said it was right. It was wrong but you said it was right. It was wrong but you said it was right. It was wrong but you said it was right.
O meu sitemeter diz que tive zero visitas no dia 1 de Abril. Mentiroso!

La Dolce Vita

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em exibição no Cineclube de Aveiro/Cinema Oita excepcionalmente dias 5, 6, 9, 10, 11 de Abril (ou seja, não há exibição no fim-de-semana de Páscoa mas estendemo-la a terça e quarta).



Promoção de Páscoa: bilhete não-sócio a 3€.

snif!

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© smashmethod